Sobre a Vida

Sopro

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Querendo ser brisa, aprendi a devastar. Aprendi a sacudir as copas mais altas. E a arrancar as raízes mais profundas.

Sendo vendaval, aprendi a acalentar. Aprendi a secar lágrimas de desgosto. E a bagunçar os cabelos que emolduram sorrisos de um rosto.

Depois da estiagem, aprendi a ser vento. A correr entre os dias. A ser suave como podem, apenas, os intensos.

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