Sobre a Vida

Arinque

35-arinqueCarrego no peito um coração-âncora. Que escapa por entre minhas mãos. Afunda nas águas que me cercam. E, no fundo, repousa.

Velho e pesado. Chamado de nascido-pra-ficar. 

Carrego no peito esse coração-âncora. Que me ata sem amarra. Que me prende – com seu peso de ser – a um lugar onde não sei mais pertencer.

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2 comentários sobre “Arinque

  1. Pingback: Papel e Tudo » Arinque

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